Profeta retroactivo?! Não, obrigado!

É impressionante a gente ouvir  um  candidato presidencial com a preocupação, eu diria mórbida, de, exaustivamente, a propósito e a despropósito,  correspondendo ou não correspondendo a atitude ou o dito evocado, recorrer ao infinitivo composto – que é um tempo do pretérito – para nos dizer e repetir, iterativamente, ter previsto, ter predito, ter profetizado tudo o que nos está a acontecer, por incúria e incompetência de quem nos tem governado, como se ele próprio não estivesse incluído nos incompetentes próceres da gorvernança desses tempos, que a estes nos conduziram.  Antes do 25 de Abril, ter estimado. Depois do 25 de Abril, ter previsto. Já depois de 2000, ter anunciado. Logo no discurso do 25 de Abril ter chamado a atenção!…

Daí teremos de concluir que o País está assim, mas de certeza não estaria se todos tivéssemos dado ouvidos à voz do economista profeta retroactivo. E porque não, teria ele próprio dado à sua governação a orientação em conformidade com o que agora sugere que deveria ter sido feito?!

Profeta retroactivo? Agora não, obrigado! Agora o País precisa  é de governante acertado, atilado, economista ou não. Talvez melhor se o não fosse!… E se fosse um operário vindo do povo? Olhem para o Brasil. O que está lá acontecendo.

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