“Memória do Fogo” de Eduardo Galeano


Um dos trabalhos que ultimamente têm ocupado, muito proficuamente – parece-me – o autor deste blogue, é nem mais nem menos do que a tradução desta obra, Memória do Fogo (edição da Livros de Areia) importante trilogia do grande escritor uruguaio Eduardo Galeano. Para não dizerem que sou eu que o digo…, vejam o que se diz sobre o autor e a obra. Eu, tradutor, digo simplesmente que foi o melhor livro que li ultimamente. E, bons leitores que aqui cheguem, de visita ou deparantes de acaso, saberão em que consiste a leitura de tradutor que se preze: complexa e profunda. Mas deixemos considerações que sobre este grande livro se possam fazer. Remeto-vos para o que, a partir do original em castelhano, se diz do livro e do autor.

“O autor nasceu em Montevideu, Uruguai, em 1940. Eduardo Hughes Galeano é o seu nome completo. Iniciou-se no jornalismo no semanário socialista El Sol, publicando desenhos e caricaturas políticas com o pseudónimo Gius, devido à dificultosa pronúncia castelhana do seu primeiro apelido. Em breve foi chefe de redacção do semanário Marcha e director do diário Época e de alguns semanários em Montevideu. Em 1973 exilou-se na Argentina, onde fundou e dirigiu a revista Crisis. Desde 1977, viveu em Espanha. Em 1985, regressou ao seu país.Publicou vários livros, entre eles Las venas abiertas de América Latina, editado por Siglo XXI em 1971, e os prémios da Casa das Américas La Canción de nosotros (1975) e Días y noches de amor y de guerra (1978).”

“Este livro inicia uma trilogia. Divide-se em duas partes: numa, a América pré-colombiana aparece-nos através dos mitos indígenas da fundação; na outra, ocorre a história da América desde finais do século XV até ao ano de 1700. O volume seguinte de Memória do fogo abrangerá os séculos XVIII e XIX. O terceiro volume chegará aos nossos dias.
Ao pé de cada texto, entre parêntesis, os números assinalam as principais obras que o autor consultou em busca de informação e marcos de referência. A lista das fontes documentais é facultada no fim.
À cabeça de cada episódio histórico indica-se o ano e o local em que ocorreu.
As transcrições literais distinguem-se em itálico. O autor actualizou a ortografia das fontes antigas citadas.”

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