Épico da nossa desgraça

Do palco da Antena 1, já duas vezes, à hora da sesta (não esquecer que ele é, como eu sou, co-fundador da APAS – Associação Portuguesa dos Amigos da Sesta…), ouvi o espectáculo da apresentação do último disco de Pedro Barroso. Como ouvinte, não como “espetador”; se tivesse lá ido, seria mais um dos “espetadores” que enchiam a plateia. (Quanto a isso de “espetadores” estou preparando uma postagem, a que chamarei “As tais consoantes mudas do Acordo”. Não percam, caros deparantes de acaso ou adrede visitantes). Nesta, quero só falar do Barroso (nada de confusões: do Barroso que o merece!); do Barroso que canta o que compõe; do Barroso que toca (“cantautor”? Não gosto da palavra!). Do Pedro Barroso.

Cá em casa, somos fãs incondicionais. Minha mulher mais do que eu, se possível, mas nada de ciúmes. Fãs pela música. Fãs pela sua posição militante contra “a palhaçada” do AO (diz ele). Mais do que “palhaçada” (PB): “essa coisa obscena chamada Acordo Ortográfico” (VGM). Pelas duas razões, cada vez mais, não podemos perder um Barroso!

Com as benfazejas sestas, a boa música de sempre, a indignação e a raiva pela “choldra” em que, “custe o que custar”, nos querem ter.

O nosso grande abraço.

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2 thoughts on “Épico da nossa desgraça

  1. No Brasil, nós pronunciamos o “c” de “espectador”. Aliás, pra gente, “espetador” é alguém que “espeta” (cutuca com algo pontudo).

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