“Há uma política alternativa”

Com a devida vénia, transcreve-se aqui, do Avante! de 11-10-2012:

“[…] Sobre a política alternativa preconizada pelo PCP foi demonstrado nomeadamente que esse corpo coerente de orientações e medidas por si gizado permite responder a três questões que considera fundamentais. Desde logo à pergunta se é possível desenvolver o País criando mais emprego e mais riqueza, os deputados comunistas dizem que sim, através do aumento da produção nacional. Quanto à forma de assegurar uma mais justa distribuição dessa riqueza – esta é a segunda questão – a via é o aumento dos salários, das pensões e reformas, uma política fiscal mais justa.

A chave para a terceira questão – como resolver o problema do financiamento do Estado, da dívida e do défice público? – , segundo Bernardino Soares, que apresentou em conferência de imprensa as conclusões das Jornadas [Parlamentares], está no crescimento económico, na renegociação da dívida e na diversificação das fontes de financiamento.

[…]

“Valorização dos salários — O aumento imediato do salário mínimo nacional dos actuais 485 para 515 euros constitui outra proposta saída das Jornadas. Trata-se de uma medida que não só corresponde a um compromisso que governos já assumiram (o aumento para 500 euros chegou a ser definido para Janeiro de 2011), como representa para o PCP – este aumento do salário mínimo como dos restantes salários e pensões – um aspecto nodal da política alternativa que propõe. Como é salientado nas conclusões, tais aumentos são justificados desde logo por razões de justiça social e de melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores e dos reformados, mas também por razões de política económica, já que a política de “combate às desigualdades sociais e de melhoria do poder de compra das populações” é ela própria uma política de crescimento e desenvolvimento, devidamente acompanhada pelo aumento da produção nacional.” (in Avante!, 11/10/2012, última página; ver toda a peça no jonal impresso ou no jornal online)

Mas não fechemos sem voltar à política alternativa.

Então, há ou não há uma política alternativa?

Se há partidos que o afirmam e demonstram, vamos então votar nesses partidos. Sim, pois este governo já não está lá com o assentimento do povo, muito pelo contrário, como a rua o demonstra de forma tão evidente. Vamos então a votos, Senhor Presidente. Agora, só depende de V. Excelência! Mande embora o Passos! Por menos, o Sampaio mandou embora o Santana!

Quem não manda embora o Passos é solidário com o Passos!

Vejam vocês bem como está à vista a falácia da célebre teoria de Sá Carneiro (“Uma maioria, um governo, um presidente”):  é falsa! Olhem a desgraça em que ela nos meteu!

Porque não vamos a votos, já, Senhor Presidente? Agora, só depende de V. Excelência! Mande embora o Passos, Senhor Presidente!

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